psicologia

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[psicologia] Os pais sabem melhor!

Hoje, conto-vos uma história.

Na realidade, é mais um pedacinho de histórias de vida de dois casais, pais de crianças com particularidades.

Para começar, deixem que vos diga: todas as crianças têm as suas particularidades! Apenas umas sobressaem mais do que as outras. Apenas umas se integram na sociedade com maior ou menor facilidade. Algumas podem precisar de apoio adicional e quanto mais precoce for a intervenção, mais saudável e facilitado se torna o crescimento e o desenvolvimento da criança. E o crescimento e o desenvolvimento dos seus pais (como pais!), também. continuar a ler

bloga8, Parentalidade, psicologia, Regresso às aulas

[psicologia] Os nossos filhos frequentam uma Escola SaudavelMente?

Será que os nossos filhos frequentam uma escola, saudavelmente? Terá a escola dos nossos filhos condições para promover uma mente saudável?

As escolas a nível nacional enfrentam, com frequência, um conjunto crescente de sinais de alerta, que interferem directa e indirectamente, na saúde psicológica de todos os intervenientes, com particular enfoque nas crianças e jovens.

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[psicologia] Horários e rotinas: uma ajudinha por favor!

O ano lectivo ainda agora começou e nós pais, já estamos de cabelos em pé.

É que mesmo sabendo da importância das rotinas e tendo em consideração as sugestões para preparar os miúdos para o início das aulas, os filhotes teimam em desafiar o relógio, a paciência dos pais e a insonorização das paredes (e até a “cusquice” de alguns vizinhos que não resistem a vir escutar à porta). continuar a ler

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[psicologia] Palavra Cantada

Está mais que provado que a música ajuda no desenvolvimento cerebral. Oliver Wolf Sacks (neurologista e escritor), escreveu que “a actividade musical envolve várias funções do cérebro (emocional, motora e cognitiva), muito mais do que as que usamos para o outro grande feito humano, a linguagem. Por isso, é que a música é uma forma tão eficaz de nos lembrarmos e de aprender.

Durante a gravidez e depois do parto, procurei sempre rodear os meus filhos de músicas calmas e relaxantes, umas mais clássicas, outras mais melodiosas. Tocar um CD de música clássica calma, durante alguns minutos, bem baixinho, é uma forma de acalmar as crianças até adormecerem. Dica: A Fisher-Price tem alguns álbuns para bebés e crianças bastante interessantes (e eu tenho um leitor de cd que é uma relíquia, que se desliga sozinho após um período estipulado, é só colocar o temporizador!)

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[psicologia] Brigas e rivalidade entre irmãos

Se é um facto que um filho único não tem irmãos para brigar, já dois são ingrediente suficiente para fazer uma briga. A rivalidade surge quando um pretende superar o exemplo do outro.

Geralmente, a rivalidade consciente não é habitual nos primeiros anos de vida, ainda que seja uma atitude passível de ser aprendido e incentivado pelos adultos de referência. Já as brigas surgem desde cedo.

As brigas entre irmãos (ou qualquer outro grau de parentesco ou relacionamento) deve-se, geralmente, à tentativa de ambas as partes fazer prevalecer a sua vontade. Outras vezes, as brigas podem ser despoletadas por ciúmes ou necessidade de chamar à atenção, nem sempre da forma mais adequada, mas, definitivamente, a mais célere no resultado: quando os nossos filhos gritam ou se pegam, não largamos tudo para saber o que se passa? Geralmente. continuar a ler

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[psicologia] Mini class sobre Filhos e Pais conectados

Há umas semanas, assisti a uma mini class da Mikaela Övén, intitulada Filhos e Pais conectados, onde foi abordada a questão da parentalidade.

Nela, falou-se da ideia clássica da obediência e da tendência crescente, dos pais da actualidade, optarem por pensamentos disruptivos, com vista à criação da nova parentalidade para um mundo em paz.

Não quis deixar de partilhar convosco alguns conceitos que foram abordados, porque achei a apresentação de interesse relevante, juntamente com reflexões que fui fazendo. Sejam estes conteúdos iguais ao que pretendemos como pais, ou sejam diferentes, pelo menos surge como um novo ponto de vista. E reflectir faz-nos crescer.

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[psicologia] A importância da Rotina para as crianças

Não estarei longe de acertar, se disser que todos nós já desejamos que o dia tivesse mais horas. Quem nunca deu por si com assuntos pendentes e sem tempo para os tratar?

Depois dos filhos, o dia não cresce, mas as tarefas acumulam e a nossa capacidade de resposta parece ter de multiplicar para chegar a todo lado. E é aqui que sentimos a importância do planeamento e da organização do tempo.

No entanto, as pessoas não são objectos que se arrumam em gavetas, nem os momentos são passíveis de fazer “pausa” (e às vezes parece que acontece tudo ao mesmo tempo). Logo, planeamento e organização são prioritários. No que toca a relações humanas, especialmente com crianças, a rotina pode ser um grande aliado. continuar a ler

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[psicologia] Miúdos de férias… por enquanto!

Uma das nossas leitoras enviou-nos uma sugestão de escrita: como preparar os miúdos para o início das aulas? O título deste texto também podia ser: preparar(mo-nos para) o regresso à escola. É que não são só eles que precisam de ser preparados… nós também!

O início do ano lectivo parece longe, mas está já aí ao virar do mês… e o trabalho tem de ser contínuo. Por isso, o final das férias deve ser um momento importante para reflectirmos sobre isso mesmo: o regresso à rotina de todo ano.

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[psicologia] O Conceito de Morte nas Crianças

Em maio deste ano, a Bea partilhou um post |avó, não faças anos por favor!|

Este post gira à volta do tema da morte aos olhos das crianças e o medo de perder os adultos de referência – que neste caso, seguindo a ordem da vida, seriam os avós.

Como mãe, o meu filho de quatro anos também já me questionou o que era morrer e quando é que ele ia morrer. No espaço de semanas, percebi que o tema lhe surgiu – sem certeza de como – e com ele se manteve, porque perguntou a todos cá em casa e aos avós, com que idade morreriam.

A verdade é que a nossa cultura tem destino e melancolia em melodia no fado, mas a sociedade aparenta uma aversão a falar abertamente do tema da morte. Aliás, é comum fazer-se de tudo para afastar a criança do que represente morte ou de conversa a respeito, achando-se que isso a protegerá e contribuirá para o seu conforto psicológico.

Lamento desiludir, mas evitar conversar sobre o assunto, leva a um sentimento de dúvida persistente por parte da criança (que a pode levar a criar um condicionamento futuro desse tema, que ela percepciona como tabu), criando-lhe a sensação de ser algo que não controla e do qual nem os pais conseguem falar, nem sossegá-la a respeito.

Como Psicóloga, no curso que realizei de intervenção psicológica em situações de catástrofe (pela Ordem dos Psicólogos Portugueses), abordei os temas da perda, da morte e do luto, e sei que a compreensão destes três conceitos e as reacções emocionais geradas, são completamente diferentes num adulto e numa criança. Mas vamos por partes.

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