parentalidade positiva

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Parentalidade positiva? E que tal começarmos por um relacionamento positivo?

Quando escrevi o texto sobre o machismo com as mães, nunca pensei em debater este assunto do relacionamento positivo. Na minha cabeça, não fazia sentido de outra forma, mas, pelas mensagens que recebi e pelas preocupações que senti no encontro das Mães do Porto (Mom Date – Porto), achei que trazer este tema era mais do que justificado.

Eu e o Pedro discordámos muitas vezes quanto à educação dos nossos filhos. Ele foi educado de uma forma e eu de outra e ambos temos visões diferentes do que seria a “educação” perfeita dos nossos filhos. Muitas vezes ele tem razão e noutras sou eu que a tenho (mas mais que ele, claro!!). continuar a ler

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[psicologia] Parte II: Instruções eficazes para pais e filhos eficientes

O texto da semana passada, abriu as portas ao complexo mundo das orientações dos pais e a suporta (des)obediência dos filhos. Com ele, procurou-se reflectir sobre responsabilidade partilhada que os adultos têm, na obediência das crianças. Sejam “ordens”, “instruções”, “pedidos” ou “orientações” aquilo que fazem aí em casa, o que interessa mesmo é a forma como as damos!

O texto que hoje propomos, é completo e sugere estratégias simples para se conseguir maior cooperação na hora de “comandar” os nossos tropinhas, de forma positiva, os protagonistas mais pequenos – as crianças.

Apertem os cintos, venham daí! continuar a ler

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[psicologia] Brigas e rivalidade entre irmãos

Se é um facto que um filho único não tem irmãos para brigar, já dois são ingrediente suficiente para fazer uma briga. A rivalidade surge quando um pretende superar o exemplo do outro.

Geralmente, a rivalidade consciente não é habitual nos primeiros anos de vida, ainda que seja uma atitude passível de ser aprendido e incentivado pelos adultos de referência. Já as brigas surgem desde cedo.

As brigas entre irmãos (ou qualquer outro grau de parentesco ou relacionamento) deve-se, geralmente, à tentativa de ambas as partes fazer prevalecer a sua vontade. Outras vezes, as brigas podem ser despoletadas por ciúmes ou necessidade de chamar à atenção, nem sempre da forma mais adequada, mas, definitivamente, a mais célere no resultado: quando os nossos filhos gritam ou se pegam, não largamos tudo para saber o que se passa? Geralmente. continuar a ler

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[psicologia] Mini class sobre Filhos e Pais conectados

Há umas semanas, assisti a uma mini class da Mikaela Övén, intitulada Filhos e Pais conectados, onde foi abordada a questão da parentalidade.

Nela, falou-se da ideia clássica da obediência e da tendência crescente, dos pais da actualidade, optarem por pensamentos disruptivos, com vista à criação da nova parentalidade para um mundo em paz.

Não quis deixar de partilhar convosco alguns conceitos que foram abordados, porque achei a apresentação de interesse relevante, juntamente com reflexões que fui fazendo. Sejam estes conteúdos iguais ao que pretendemos como pais, ou sejam diferentes, pelo menos surge como um novo ponto de vista. E reflectir faz-nos crescer.

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[psicologia] Dicas de vínculo para pais sem tempo

Quantos de nós já desejou ter mais tempo para estarmos com os filhos? Mas estarmos MESMO de corpo, coração, alma, cabeça, sem pensarmos em mais nada, apenas usufruirmos do milagre que criamos e da bênção que temos?

Não deixam saudades aquelas alturas, depois da escola e do nosso trabalho, em que chegamos a casa e ainda temos mil-e-uma coisas para tratar, e o que conseguimos ouvir é um constante “mamã, mãe, mami, oh mãenheeee”…

Quantas vezes lhes respondemos, sem olhar, “já vou” (e nunca mais vamos), “Agora não posso!”, “Pára de me chamar!” e o típico “Vais-me gastar o nome!!!”. Pois é. Estamos no mesmo espaço físico que eles, saturamo-nos de ter de dividir a atenção, mas, em rigor, não estamos MESMO com os nossos filhos… e só quando os filhos adormecem e nós terminamos as tarefas daquele dia infindável, é que pensamos: “céus, como está tão crescido(a)… e nem me lembro da ultima vez que o(a) peguei ao colo”. “Hoje nem tive tempo para ele(a)”…

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[psicologia] Porque GRITAMOS tanto?

13942187_1328495270511837_136747393_n.jpgQuando desejei ser mãe, ocorreram-me todas as imagens de felicidade e realização pessoal como mãe e mulher. Nunca, em algum momento, me passou pela cabeça que o dia-a-dia de uma mãe (e pai) seria mais de stress do que serenidade.

Dois anos depois de ter sido mãe, dei por mim a ouvir do meu filho: “não gosto de ti, quero o papá”… como costumo dizer, “magoou-me o coração”… esta frase ecoou vezes sem conta na minha cabeça. Porquê que ele terá dito aquilo?

As crianças são sinceras, genuínas, sem filtros (porque ainda não os têm). Então percebi que, de alguma foram, eu é que teria “magoado o seu coração”. continuar a ler