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[feminismo] God (didn’t) shave the Queen!

Feliz Ano Novo!

Esta é sempre aquela altura do ano que tem algo de especial. Se pensarmos de forma muito racional, o dia 1 de Janeiro, é apenas mais um dia. Mas talvez porque aos comandos societários assim nos ditaram ou apenas porque Magia existe, parece que estamos mais felizes, mais motivados, e prontos para assumir novas realidades e abrir horizontes.

Sorrisos são partilhados, promessas eternas de mudança para o melhor são dadas, inscrições em ginásios e marcações de viagens paradisíacas são feitas. A vibração geral é de positividade e encanto. Isso transmite uma esperança na humanidade do indivíduo sentida nestes momentos em que parece que o coletivo se junta para o bem do planeta. continuar a ler

bea recomenda, EcoFamily

Vamos falar de fertilidade?

As raparigas quando atingem os 16-17 anos começam logo a ser recomendadas pelos ginecologistas para começarem a fazer o controlo da natalidade e claro, essas “recomendações” recaem sempre sobre as pílulas hormonais. Eu não fui excepção à regra e foi-me quase impingido que tomasse a pílula.
Na altura pesquisei sobre o assunto e não via vantagens para o fazer (muito pelo contrário) – o meu ciclo menstrual era bastante regular e não tinha acne. Por isso optei por não tomar.
As coisas mudaram de figura quando me casei. Optamos na mesma, em conjunto, por evitar algo que incluísse hormonas (pílulas, adesivos, DIU, etc) por uma questão de não só poder comprometer a nossa fertilidade mas também pelos efeitos secundários que daí poderiam surgir (e são muitos!).
Engravidei, do Pedro e passado um ano e meio, engravidei do Miguel.
A partir do momento em que deixei de amamentar o Miguel, tentei encontrar uma alternativa que fosse mais saudável para mim e para o meu corpo – logo teria de ser “natural”.

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bloga8, Opinião|Bea

|Sou menos mulher por causa disso?|

[este texto contém ironia e linguagem imprópria para crianças] Todos os dias, milhões de mulheres no mundo são criticadas, julgadas e humilhadas por não seguirem um “padrão” de mulher. Esse padrão que eu ainda não percebi muito bem. O que é, para que serve e sobretudo se as que o seguem se são realmente felizes.

Este texto também poderia estar incluído na categoria “há coisas que me tiram do sério” mas era dar ao assunto pouca relevância. Vou começar pelo inicio. continuar a ler