fertilidade

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Tudo o que precisas de saber sobre o Lady Comp – monitor de fertilidade

Foi em Outubro que me tornei uma mulher mais livre ao iniciar o controlo da minha fertilidade através do monitor Lady Comp. Nunca usei por grandes períodos de tempo métodos contraceptivos hormonais pois sentia-me com mais indisposição física como dores de cabeça e enjoos, e até, senti com a introdução do DIU que comecei a ter varizes nas pernas.
Se é algo associado à hormona presente, ou não, não faço a mínima ideia. O que é certo é que depois de retirar o dispositivo do meu corpo, senti-me melhor comigo mesma, apesar das borbulhas aparecerem com mais regularidade.
Também com o DIU com progestativo – o que eu usava – senti que estava a manipular o meu corpo, uma vez que não tinha menstruação com ele colocado. E se, a menstruação foi feita para que as mulheres estejam em equilíbrio, porque anulá-la só e apenas porque não quero engravidar?
Quando iniciei esta minha aventura com o controlo da fertilidade natural, fiquei cheia de medo de ser mãe de mais uns quantos filhos, mas confiei.

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bea recomenda, EcoFamily

Vamos falar de fertilidade?

As raparigas quando atingem os 16-17 anos começam logo a ser recomendadas pelos ginecologistas para começarem a fazer o controlo da natalidade e claro, essas “recomendações” recaem sempre sobre as pílulas hormonais. Eu não fui excepção à regra e foi-me quase impingido que tomasse a pílula.
Na altura pesquisei sobre o assunto e não via vantagens para o fazer (muito pelo contrário) – o meu ciclo menstrual era bastante regular e não tinha acne. Por isso optei por não tomar.
As coisas mudaram de figura quando me casei. Optamos na mesma, em conjunto, por evitar algo que incluísse hormonas (pílulas, adesivos, DIU, etc) por uma questão de não só poder comprometer a nossa fertilidade mas também pelos efeitos secundários que daí poderiam surgir (e são muitos!).
Engravidei, do Pedro e passado um ano e meio, engravidei do Miguel.
A partir do momento em que deixei de amamentar o Miguel, tentei encontrar uma alternativa que fosse mais saudável para mim e para o meu corpo – logo teria de ser “natural”.

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