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bloga8, Opinião|Bea

|porque não dou pistolas de brincar aos meus filhos|

No post sobre os melhores presentes de Natal para os miúdos, referi que cá em casa não deixava entrar brinquedos bélicos nomeadamente pistolas e armas.

Como sabem, eu tenho dois rapazes e as brincadeiras preferidas cá de casa são lutas e jogos. Quando os vejo a brincar (e até com o pai lá no meio) parece uma cena típica de brincadeiras de crias de leão do NatGeo Wild. Empiricamente (e falo só com experiência de mãe) parece-me que esta experimentação de defesa pessoal é considerada animalesca e primária, mas normal. continuar a ler

Actividade do Fim-de-semana, bea recomenda, bloga8, Derreto-me com o P

|Lego® Fun Factory|

Todos cá em casa gostamos de Lego®. Temos uma árvore de natal miniatura e este ano já decidimos que vamos fazê-la novamente. Os miúdos têm uma caixa enorme de Lego® Duplo e eu tenho algumas coleções muito bem guardadas.

Quando soubemos que no MarShopping ia ser inaugurado uma Lego® Fun Factory decidimos que tínhamos rapidamente de lá ir. As constipações vieram, o processo de desfralde do M também e fomos adiando a diversão. Confesso que também não queria ir a primeira vez num fim-de-semana, uma vez que é novidade, iriam certamente de ser imensas pessoas e crianças no espaço. continuar a ler

bea recomenda, bloga8

|a cigarra e a formiga – a APP que ensina a ler|

Todos nós somos alertados para não prolongar as horas que os miúdos estão com aparelhos eletrónicos. Até anda uma “treta” a circular online sobre o Steve Jobs condicionar ou proibir a eletrónica aos seus filhos nomeadamente aos iPhones e iPads que ele próprio inventou. Tretas digo eu pois hoje em dia até as escolas são munidas de aparelhos eletrónicos para captar a atenção dos miúdos. continuar a ler

bloga8

[psicologia] Dicas de vínculo para pais sem tempo

Quantos de nós já desejou ter mais tempo para estarmos com os filhos? Mas estarmos MESMO de corpo, coração, alma, cabeça, sem pensarmos em mais nada, apenas usufruirmos do milagre que criamos e da bênção que temos?

Não deixam saudades aquelas alturas, depois da escola e do nosso trabalho, em que chegamos a casa e ainda temos mil-e-uma coisas para tratar, e o que conseguimos ouvir é um constante “mamã, mãe, mami, oh mãenheeee”…

Quantas vezes lhes respondemos, sem olhar, “já vou” (e nunca mais vamos), “Agora não posso!”, “Pára de me chamar!” e o típico “Vais-me gastar o nome!!!”. Pois é. Estamos no mesmo espaço físico que eles, saturamo-nos de ter de dividir a atenção, mas, em rigor, não estamos MESMO com os nossos filhos… e só quando os filhos adormecem e nós terminamos as tarefas daquele dia infindável, é que pensamos: “céus, como está tão crescido(a)… e nem me lembro da ultima vez que o(a) peguei ao colo”. “Hoje nem tive tempo para ele(a)”…

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