Parentalidade

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[psicologia] O Conceito de Morte nas Crianças

Em maio deste ano, a Bea partilhou um post |avó, não faças anos por favor!|

Este post gira à volta do tema da morte aos olhos das crianças e o medo de perder os adultos de referência – que neste caso, seguindo a ordem da vida, seriam os avós.

Como mãe, o meu filho de quatro anos também já me questionou o que era morrer e quando é que ele ia morrer. No espaço de semanas, percebi que o tema lhe surgiu – sem certeza de como – e com ele se manteve, porque perguntou a todos cá em casa e aos avós, com que idade morreriam.

A verdade é que a nossa cultura tem destino e melancolia em melodia no fado, mas a sociedade aparenta uma aversão a falar abertamente do tema da morte. Aliás, é comum fazer-se de tudo para afastar a criança do que represente morte ou de conversa a respeito, achando-se que isso a protegerá e contribuirá para o seu conforto psicológico.

Lamento desiludir, mas evitar conversar sobre o assunto, leva a um sentimento de dúvida persistente por parte da criança (que a pode levar a criar um condicionamento futuro desse tema, que ela percepciona como tabu), criando-lhe a sensação de ser algo que não controla e do qual nem os pais conseguem falar, nem sossegá-la a respeito.

Como Psicóloga, no curso que realizei de intervenção psicológica em situações de catástrofe (pela Ordem dos Psicólogos Portugueses), abordei os temas da perda, da morte e do luto, e sei que a compreensão destes três conceitos e as reacções emocionais geradas, são completamente diferentes num adulto e numa criança. Mas vamos por partes.

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[psicologia] Porque GRITAMOS tanto?

13942187_1328495270511837_136747393_n.jpgQuando desejei ser mãe, ocorreram-me todas as imagens de felicidade e realização pessoal como mãe e mulher. Nunca, em algum momento, me passou pela cabeça que o dia-a-dia de uma mãe (e pai) seria mais de stress do que serenidade.

Dois anos depois de ter sido mãe, dei por mim a ouvir do meu filho: “não gosto de ti, quero o papá”… como costumo dizer, “magoou-me o coração”… esta frase ecoou vezes sem conta na minha cabeça. Porquê que ele terá dito aquilo?

As crianças são sinceras, genuínas, sem filtros (porque ainda não os têm). Então percebi que, de alguma foram, eu é que teria “magoado o seu coração”. continuar a ler

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|o verão e as fraldas|

    Os meus bebés nasceram na primavera e no verão. São, por isso, bebés do calor. Andaram sempre com pouca roupa ou mal agasalhados (para as avós). Para mim, foi sempre uma preocupação não só o sol mas também o calor. Eu sofro muito com o calor. Não é que me importe de algum, mas há dias que só…continuar a ler
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|o começo da vida e o primeiro dia de mar|

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Foi com esta imagem que comecei a minha manhã. Eram 10 horas de Sábado e já estava com o Pedro no Seminário de Vilar para assistir ao documentário “O começo da vida”.

A sessão foi promovida pela ForBabies, um espaço para bebés, que fica nas Antas, Porto. continuar a ler

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Ir ao supermercado com crianças (sem birras!)

Quem tem crianças sabe que este momento é um dos mais temidos todas as semanas. Aqui em casa não é exceção. Hoje em dia, todos os supermercados são inundados por publicidade cativante para crianças. O sítio estratégico dos queijinhos com brinde ao lado os iogurtes, dos baldes de carros junto aos cereais de pequeno-almoço ou cestos de bolas junto às bolachas, faz parte da estratégia de vendas das marcas. E, às vezes, as birras aparecem e temos que lidar com elas, com carinho.

Hoje vou dar umas pequenas dicas sobre o que fazemos cá em casa e tem dado resultado.

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[family friendly hotel] Arcos Hotel Nature & SPA II

Na passada semana apresentei-vos o Arcos Hotel Nature & SPA e disse que todo o hotel é pensado ao pormenor para integrar a beleza da vila dos Arcos no conceito do hotel.

Não é de todo descabido que o restaurante, Foral de Valdevez, aberto a hóspedes bem como ao público em geral, demonstre o que de bom se faz nos Arcos.

Sim, gulosa assumida, fiquei deslumbrada com a refeição. Adorei o jantar do início ao fim. continuar a ler