Parentalidade

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[psicologia] A importância dos contos para as crianças

Muitos de nós se questiona sobre sentido da nossa existência. A compreensão do sentido de vida de cada um de nós, não é adquirida repentinamente em determinada idade ou momento. Ela é fruto de uma maturidade psicológica que se vai desenvolvendo progressivamente (desde que nascemos) e consiste na aquisição de uma segura compreensão do que pode (ou deve) ser o…continuar a ler
Opinião do Especialista, Parentalidade, psicologia

[psicologia] Conheces a teoria dos 21 dias?

  Provavelmente já devem ter lido, em vários âmbitos, propostas de mudança de comportamento num prazo de 21 dias. Por exemplo, em hábitos de nutrição - a dieta dos 21 dias; ao nível energético e espiritual - como no Reiki e o período de reequilíbrio dos 7 chakras em 21 dias; ou até em Parentalidade e Educação - como o…continuar a ler
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[psicologia] Perceber o cérebro de uma criança

A maioria dos adultos, fala com as crianças sem se aperceber da enorme influência que têm na resposta dos mais pequenos. Pois bem, se o vosso lema é ver para acreditar, então este texto começa pela primeira etapa nesse processo: ajudar-vos a perceber o que faz as crianças reagirem a certas situações de determinada forma.

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[psicologia] Parte II: Instruções eficazes para pais e filhos eficientes

O texto da semana passada, abriu as portas ao complexo mundo das orientações dos pais e a suporta (des)obediência dos filhos. Com ele, procurou-se reflectir sobre responsabilidade partilhada que os adultos têm, na obediência das crianças. Sejam “ordens”, “instruções”, “pedidos” ou “orientações” aquilo que fazem aí em casa, o que interessa mesmo é a forma como as damos!

O texto que hoje propomos, é completo e sugere estratégias simples para se conseguir maior cooperação na hora de “comandar” os nossos tropinhas, de forma positiva, os protagonistas mais pequenos – as crianças.

Apertem os cintos, venham daí! continuar a ler

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[psicologia] Parte I: Instruções eficazes para pais e filhos eficientes

Já por aqui falamos sobre educação e limites e sobre a quantidade de ordens que os adultos transmitem às crianças. Elas são os destinatários de imensa informação: regras, limites, ordens, instruções, enfim, aquilo que os adultos chamam de educação!

Por sua vez, a educação dos adultos vem, geralmente, acompanhada de ordens, instruções, orientações ou pedidos, e alguma dificuldade em conseguir que as crianças as cumpram.

Mas… será que as crianças foram programadas para as desobedecer? O que terão os adultos a ver com isso?

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[psicologia] Quantas ordens dás por hora?

A semana passada, escreveu-se sobre Educação e Limites - a importância que isso tem para as crianças e o feed-back que dá sobre os adultos que as educam! Hoje, levo-vos a outra reflexão. Já alguma vez pararam para reflectir na quantidade de ordens que um adulto dá às crianças? Em média, quantas ordens acham que dão por hora? Querem genuinamente…continuar a ler
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[psicologia] Educação e limites: as crianças são o espelho dos adultos

Serão mesmo as crianças as únicas a necessitarem de ordens e definição de limites? Será a educação algo que deixa de se receber, quando se entra na fase adulta? Os pais saberão tudo? Ou deverão os pais tirar momentos diários para repensar a sua educação e a educação que estão a dar aos seus filhos? E os educadores, servem só para pôr à prova a educação dada pelos pais? Ou têm influência na educação das crianças com que trabalham?

São perguntas que levanto para pensarem um pouco, sem julgamento, apenas reflexão.

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Opinião|Bea, Parentalidade, Regresso às aulas

|carta ao (futuro) professor do meu filho|

Caro (futuro) professor, Não me conhece porque ainda nem sequer conheceu o meu filho. Mas sabe, ele vai ser um dos seus alunos mais desafiantes. Pergunta a cada segundo o porquê das coisas e preocupa-se demasiado com os outros. Ele tem necessidade de conhecimento e uma memória de elefante. É um pouco mais lento do que os outros a resolver…continuar a ler
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[psicologia] O Conceito de Morte nas Crianças

Em maio deste ano, a Bea partilhou um post |avó, não faças anos por favor!|

Este post gira à volta do tema da morte aos olhos das crianças e o medo de perder os adultos de referência – que neste caso, seguindo a ordem da vida, seriam os avós.

Como mãe, o meu filho de quatro anos também já me questionou o que era morrer e quando é que ele ia morrer. No espaço de semanas, percebi que o tema lhe surgiu – sem certeza de como – e com ele se manteve, porque perguntou a todos cá em casa e aos avós, com que idade morreriam.

A verdade é que a nossa cultura tem destino e melancolia em melodia no fado, mas a sociedade aparenta uma aversão a falar abertamente do tema da morte. Aliás, é comum fazer-se de tudo para afastar a criança do que represente morte ou de conversa a respeito, achando-se que isso a protegerá e contribuirá para o seu conforto psicológico.

Lamento desiludir, mas evitar conversar sobre o assunto, leva a um sentimento de dúvida persistente por parte da criança (que a pode levar a criar um condicionamento futuro desse tema, que ela percepciona como tabu), criando-lhe a sensação de ser algo que não controla e do qual nem os pais conseguem falar, nem sossegá-la a respeito.

Como Psicóloga, no curso que realizei de intervenção psicológica em situações de catástrofe (pela Ordem dos Psicólogos Portugueses), abordei os temas da perda, da morte e do luto, e sei que a compreensão destes três conceitos e as reacções emocionais geradas, são completamente diferentes num adulto e numa criança. Mas vamos por partes.

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