psicologia

bloga8, Opinião do Especialista, Parentalidade, psicologia

[psicologia] Quantas ordens dás por hora?

A semana passada, escreveu-se sobre Educação e Limites - a importância que isso tem para as crianças e o feed-back que dá sobre os adultos que as educam! Hoje, levo-vos a outra reflexão. Já alguma vez pararam para reflectir na quantidade de ordens que um adulto dá às crianças? Em média, quantas ordens acham que dão por hora? Querem genuinamente…continuar a ler
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[psicologia] Educação e limites: as crianças são o espelho dos adultos

Serão mesmo as crianças as únicas a necessitarem de ordens e definição de limites? Será a educação algo que deixa de se receber, quando se entra na fase adulta? Os pais saberão tudo? Ou deverão os pais tirar momentos diários para repensar a sua educação e a educação que estão a dar aos seus filhos? E os educadores, servem só para pôr à prova a educação dada pelos pais? Ou têm influência na educação das crianças com que trabalham?

São perguntas que levanto para pensarem um pouco, sem julgamento, apenas reflexão.

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[psicologia] 2017 – Ano da mudança

Todos os anos enfrentamos mudanças. A nossa vida muda, constantemente. Um instante é, por vezes, o suficiente para mudar completamente uma vida, um caminho, um destino. Uma nova casa. Um encontro inesperado. Um esquecimento. Um roubo. Uma perda. A nossa família muda - uns partem e outros nascem. A nossa vida profissional muda - uns encontram emprego, outros terminam contratos. Nós…continuar a ler
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[psicologia] Iluminado.

Quando é diagnosticado uma doença grave a uma criança ou adolescente, (ou até um adulto!), vivencia-se um intenso choque. É uma ameaça que nenhum progenitor deseja, alguma vez, enfrentar. Muito menos uma criança.

O cancro é das doenças mais mortíferas. Não escolhe género nem idade. E constitui uma perigosa jornada para a criança que está doente, assim como para toda a sua família. continuar a ler

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[psicologia] O meu filho pediu-me uma pistola, e agora?

O tema desta semana, foi-nos sugerido por uma leitora que nos é muito querida, a Marisa, que tem um filho de 4 anos.

O título deste texto, poderia não suscitar grande alarme aos pais, pelo simples facto de vivermos num país aparentemente pacífico, ao contrário de países como a América. MAS, o título deste texto, quer-vos convidar a uma profunda e necessária reflexão a respeito dos brinquedos que permitimos que as nossas crianças brinquem. Em particular, os bélicos.

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[psicologia] Comunicação Não Violenta

Alguma vez pararam para (re)pensar na forma como comunicam com os outros? Já alguma vez fizeram uma questão que gerou má interpretação ou um comentário, ou uma reacção hostil do lado do receptor? E quando vos falam num tom reprobatório, como é que reagem?

Pois bem, hoje proponho-vos explorar um pouco sobre comunicação não violenta. continuar a ler

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[psicologia] Celebre-se a felicidade!

Decidi dedicar o texto desta semana à Felicidade.

Felicidade, essa emoção que vi espelhada nos rostos de quem acompanhou o evento de celebração do primeiro aniversário do Bloga8 e do lançamento da plataforma solidária Merakishop.pt – e não é por acaso que a Merakishop menciona “aqui construímos a felicidade”…

Existem muitas teorias sobre emoção e a maioria delas identifica a Felicidade como uma das emoções primárias. continuar a ler

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[psicologia] Mamã, o que é “cor da pele”?

Já vos aconteceu ir comprar roupa, e ao procurar um tom neutro, alguém menciona “cor da pele”? Pois bem, ontem fui confrontada com a fantástica pergunta:

“Mamã, o que é cor da pele?”

As crianças têm este dom: de questionar o que nós, adultos, tantas vezes tomamos como óbvio e nem sequer reparamos que podemos ser tendenciosos, ao achar que “cor de pele”, tem uma cor específica.

Nesse preciso momento, eu pensei: “cor da pele… geralmente pensamos em tom bege, mas, de facto, pode ser preconceituoso e redutor pensar assim! Tenho de trabalhar já a forma como os meus filhos interpretam esta expressão!” continuar a ler

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[psicologia] Literacia emocional: a importância das emoções boas e más

Todos tendemos a separar as emoções em “boas” – as que nos fazem sentir bem; e em “más” – as que nos fazem sentir menos bem. Mas tentar nomear 10 emoções “boas” e 10 emoções “más”, já se torna um exercício de dificuldade acrescida para alguns de nós.

Muitas vezes, quando questionamos a alguém o que sente, é comum sentir-se a dificuldade de dar nome às emoções sentidas. Nessa impossibilidade, as pessoas procuram metáforas como “borboletas na barriga”, “nó na garganta”, “parece que me caiu o mundo em cima”, “tremo como varas verdes”, entre outros.

Quando o tema se refere a uma criança, muitos pais tendem a “proteger” os seus filhos de emoções menos boas, na tentativa de adiar esse “encontro” e proporcionar apenas as emoções boas às crianças. Isso não é de todo mau, mas também não é totalmente aconselhável.

Quando chegam à idade adulta, as “crianças” que foram protegidas na sua infância, experienciam, muitas vezes, dificuldade em explicar o que sentem, ficam confusas e por vezes irritadas por não dominarem o que sentem. O ciclo reinicia, quando estes (agora) adultos, repetem o mesmo com os seus filhos.

Literacia emocional

Atrevo-me a dizer que encaro a literacia emocional quase como um curso de especialização em nós mesmos (passo o pleonasmo), naquilo que sentimos, conseguindo identificar as nossas necessidades e as necessidades dos outros. continuar a ler