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[amamentação] Mito #1: Leite Fraco

Deve ser rara a mãe recente – ou inexistente! – que, pelo menos uma vez na vida, não oiça um comentário deste género: “será que o teu leite é fraco?” – só assim para plantar a dúvida e iniciar o rol de questionamentos e angústias que qualquer mãe sente, principalmente se é uma mãe de primeira viagem e com um bebé de dias no colo.

Ou, numa versão mais autoritária, de alguém com anos de experiência na maternidade e zero filhos amamentados para além do primeiro mês: “o teu leite não presta, vai comprar uma lata à farmácia!” continuar a ler

Bebés, bloga8, Crianças, Irmãos, Parentalidade

Socorro! O meu irmão nasceu.

‘Oh Mãe o que tens tu nessa barriga?’

‘Vais ser como as vacas quando vão ter bezerros?’

‘O mano vai sair pela tua boca?’

‘Mãe se tu tens leite és uma vaca?’

Sim! Isso mesmo. Isto foram algumas das frases que o Migas me disse ao longo da gravidez do irmão. Anunciava-se uma receção ‘calorosa’. Ele era uma criança calma, amável, carinhosa e após o nascimento do irmão simplesmente continuou a sê-lo. A receção calorosa verificou-se, o comportamento dele também.

Antes de lhe dar a noticia enchi-me de livros e matérias sobre irmãos, opiniões de psicólogos e pediatras. Uns diziam que ele iria descobrir o ciume, o amor-ódio, as rivalidades, a solidão. Que susto que eu tive ao ler aquilo. Outros, com teorias perfeitas, explicavam o que fazer para que o irmão mais velho não se sentisse de parte aquando da chegada do pequeno principezinho. Teorias..

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Bebés, bloga8, EcoFamily

|quero deixar um mundo melhor para eles|

Um dia, quando os meus filhos forem adultos quero ter a consciência tranquila. Quero ter a sensação de dever cumprido e que fiz tudo o que podia para lhes deixar um mundo melhor.

Não podemos assobiar para o lado ou pensar que ”ah se os outros não fazem, porque tenho eu de fazer?” E, no ambiente bem como todas as questões educacionais, tudo começa em casa.

Faço reciclagem. Guardo o óleo e azeite usado numa garrafa de plástico/garrafão para depois levar a um oleão (a cerca de 2 km de casa!). Não deito equipamentos elétricos, pilhas e lâmpadas no lixo normal ou indiferenciado. Só não faço compostagem, porque, para quem vive num apartamento não lhe serve de muito e os vizinhos começavam (e com razão!) a queixar-se dos cheiros e ”bichinhos” que andaricavam por aqui. Até ultimamente tenho guardado o cartão que segura os rolos de papel higiénico para fazer coisinhas com os miúdos (mais tarde mostro tudo o que faço!). Mas não sou perfeita. Tenho uma pegada ambiental ainda grande, mas acho que aos poucos a coisa se vai reverter!

Quando engravidei, nas aulas de preparação para o parto, a enfermeira responsável, falou-me das fraldas ecológicas. Confesso que, ao início, me deu uma curiosidade para ver o que eram, de que forma era feita a lavagem, que prós e contras elas tinham, mas a profissional não sabia clarificar as minhas constantes dúvidas. Aliás, fui desencorajada por diversas mães de segunda viagem que me diziam que não compensava o trabalho. Não descansei enquanto não encontrei as minhas respostas.

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