Autor: Bea

bloga8

in uterus

Olá mamã!

Eu ainda não nasci mas o meu coraçãozinho já bate dentro da tua barriga. Consigo perceber o som da tua voz e reconheço o meu pai sempre que ele fala para ti – as borboletas que moram aqui perto de mim, também começam a bater as suas asas bem forte e o teu coração fica ligeiramente acelerado.

continuar a ler

bea recomenda, Opinião|Bea, Parentalidade

Seminário de Segurança Rodoviária Infantil – o porquê de participar

Quando estava grávida do meu primeiro filho foram poucas as coisas que me preocuparam. Não sei se seria da minha imaturidade na altura, ou porque simplesmente, na maioria dos casos, as grávidas de “primeira viagem” são naturalmente descontraídas em certos aspetos que doravante, numa segunda, terceira gravidez ficam mais atentas; no entanto, depois de ver muitos vídeos, ler muitas publicações científicas houve uma coisa que não descurei:

continuar a ler

bloga8, Make me Craft, Parentalidade

o calendário da felicidade

Um dos meus grandes problemas desde que os meninos saíram da creche e passaram para o jardim infantil, foi a comunicação com eles do que se passava na escola durante o dia. E, apesar de eles serem comunicativos e autónomos, são na mesma medida reservados.

Não costumo fazer as tais perguntas-tipo “Como correu a escola?” ou “Hoje o que almoçaste?”

continuar a ler

Opinião|Bea

a ti, enfermeiro

Querido enfermeiro,

Desde cedo soube respeitar-te, não fosses tu o primeiro a estar sempre lá. Foste o primeiro a colher-me o sangue para as análises, foste tu que me seguraste quando me coloquei de pé depois da minha cirurgia. Foste tu que me administraste a medicação para me tirar a dor, e foste tu que eu vi, logo depois de acordar da anestesia.

continuar a ler

bloga8, Crianças, Opinião|Bea, Parentalidade

“sou um menino agitado”

Era terça-Feira pelas cinco e trinta e cinco e chegaste a nossa casa um pouco aborrecido. Pedi para me ajudares a encontrar a chave do carro para irmos aos correios que fechavam às seis.
Sem resmungar, encontras as chaves e disseste-me com um sorriso rasgado: “estás a ver mãe, sou mesmo bom a encontrar as tuas coisas perdidas”. E és Realmente, és bom a encontrar coisas, como o teu irmão escondido na porta do armário ou até os comandos da consola que eu “arrumo” para não os veres.

continuar a ler