doismiledezanove

O ano começou e, normalmente, escrevo aqui as minhas listas de ano novo, e este ano não vai ser diferente. O ano de 2018, foi um ano de desafios: de toda a espécie e por isso,

Entro neste ano de 2019 um pouco cansada e espero, mesmo, que este novo ano seja mais calmo que o anterior. Um dia, ainda escreverei algo sobre o maldito ano do oito. Mas, não faltando à minha palavra, vou escrever as minhas listas.

Começando pela mais simples: as da extravagâncias. Este ano não desejei nada de extravagâncias. Se há algo que aprendi no ano de 2018 foi aprender a viver o dia-a-dia sem aspirar a grandes coisas materiais. Estas, quando têm de vir, vêm com as maiores das naturalidades.

A das metas ou dos objetivos: tenho uma viagem como goal deste ano, um projeto para começar a arrancar em Março e outro muito especial mais para o fim do ano. Espero que este ano não teste tanto a minha resiliência para que todos eles sejam rapidamente postos em prática.

Agora a lista. Os compromissos que decidi estabelecer comigo própria. Não vou ser gananciosa como nos anos anteriores. Vou ser comedida nos desejos e nas resoluções para que, assim com as expectativas baixas, tudo o que vier a mais, seja um bónus.

olhar mais pró teto

É como quem diz, meditar mais sobre o meu dia e pensar em tudo sossegada. Este tempo vai ser de autoconhecimento e de foco.

(re)organizar(me)

Padeço de um grande mal: fazer muitas coisas ao mesmo tempo, e, por vezes, não fazer nada direito. Por isso, este ano (e já comecei esta semana) estabeleci uma rotina que permita focar-me no que posso fazer e quando posso fazer.

relax. take it easy

Por vezes as coisas não correm como queríamos. Os miúdos não colaboram na hora das refeições, fazem birra para irem dormir, choram porque um puxou o cabelo a outro ou porque queriam começar eles em primeiro lugar. Tudo, numa casa com crianças, pode ser factor de discórdia. Adotei um novo mantra: relax, take it easy. Assim espero sobreviver a uns esgotamentos nervosos e outras coisas do foro da psiquiatria.

participar ativamente na cidadania

Estamos em pleno ano eleitoral, ou achavam que era à toa que o Marcelo ligava para o programa da Cristina? Por isso, como espero que todos vós, quero participar ativamente na cidadania: votando. Irei votar quer nas Europeias quer nas Legislativas para que ninguém use e abuse de um direito (vá e um dever também) que é meu.

Numa era em que anda tudo a achar que é normal ser atrofiado da mioleira, comigo não contam, lamento. Por isso, irei ser comedida em quem irei votar e, claro, sem me deixar iludir com populismos e falsas promessas.

planear

Há mesmo muito tempo que não tenho objetivos práticos. Sempre quis ir a Nova Iorque ou comprar um Tesla, mas na verdade, nunca investi nem projetei isso. Sempre achei que era uma utopia pensar que poderia ter sonhos desses. Neste momento, penso um pouco diferente. Acho que se planear (e, sobretudo, se poupar!) consigo perfeitamente atingir alguns dos objetivos de vida que tenho.

agradecer

Não acredito em Deus na forma humana que lhe querem imprimir. Acredito na Lei do Retorno e na Força. O jarro da gratidão já mora aqui e já tem alguns papeis lá dentro. Dar graças daquilo que temos e daquilo que conquistamos é tão importante!

ser eu própria

Com o nascimento e o crescimento dos filhos, temos tendência de esquecer de nós próprios. Espero que este ano faça renascer aquilo que outrora fui e que faça felizes os meus filhos. Muito.

Um bom ano para todos.

Desejo que seja um ano sobretudo com saúde e paz interior, o resto, a gente corre atrás.

Artigo por Bea

Mulher, mãe de dois rapazes, apaixonada por flamingos e completamente chocoholic. Adora ler, dançar, comer e experimentar coisas novas.

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